Caixas secas não foram suficientes para conter a forte enxurrada
Augusto Russo – foto – arquivo pessoal
O episódio da lama que desceu em frente sobre a Rodovia Josil Espíndula, levou os engenheiros a reconsiderar as ações de prevenção sobre o empreendimento, vão aumentar o número de caixas secas e adotar outras providências. O dono do loteamento diz que a limpeza continua hoje na Escola Ethevaldo.

A despeito do incidente ocorrido de sábado para domingo no loteamento “Villa Imigrante” na entrada da cidade, abre um alerta para a proteção das estradas e platôs sob condições adversas de tempo, como chuvas fortes acima de 60mm. O ecólogo e biólogo Jorge Bicalho explica que nas áreas de montanha, principalmente sem vegetação, necessitam de planos de prevenção. “As caixas secas são uma solução, mas não funcionam bem em algumas situações, por isso deve ser feito um estudo prévio para se necessário adotar outras providências como as barraginhas por exemplo”. Explica.
A redação esteve no local para apurar os fatos e divulgar a verdade, procurou Emerson Sancio,, o popular Dengo, proprietário do loteamento “Villa Imigrante” situado em frente a Escola Ethevaldo, onde aconteceu um lixiviamento de lama decorrente das fortes chuvas que caíram em Santa Teresa na noite de sábado.
Depois de apresentar todos os documentos exigidos pelos órgãos ambientais e de controle, Emerson explicou que as caixas secas construídas justamente com a finalidade de conter os excessos, não suficiente para armazenar o volume repentino da volumosa chuva. “Isso mostrou que nesses casos de chuva muito forte, a quantidade de caixas secas não foi suficiente, por isso estamos aumentando o número delas”. Informou.
Dengo informou ainda que ontem (05) toda sua equipe se empenhou em limpar a via de tráfego e que pediu ajuda da prefeitura que imediatamente prestou ajuda na limpeza. “Hoje a limpeza continua, já começamos a limpar na escola, contratei um carro pipa dee fora do município, pois talvez a prefeitura não possa continuar a ajudar a limpeza” Finalizou.

